INTELIGÊNCIA HUMANA: CONCEPÇÕES E POSSIBILIDADES
Resumo
Este artigo científico de revisão cujo tema é a inteligência humana, originou-se
das pesquisas bibliográficas realizadas na última década, especialmente, às
vinculadas à elaboração de disciplinas relacionadas à Psicologia da Educação,
especialmente, no contexto dos cursos de licenciatura da Universidade
Estadual de Goiás (UEG), na unidade universitária de Inhumas. E, ainda, nos
três últimos anos, para atender às ementas das disciplinas das matrizes
curriculares do Curso de Enfermagem – Psicologia Geral – e do Curso de
Direito – Psicologia Jurídica –, da Faculdade de Inhumas (FacMais). Nessa
direção, a personalidade e a dimensão psicológica do ser humano podem ser
compreendidas por intermédio da sua subdivisão nas dimensões afetiva
(emoções, sentimentos e sensações), volitiva (vontade, desejo e prazer) e
cognitiva (cognição e inteligência). Nesse entendimento, a discussão será
focada na dimensão cognitiva, mais, especificamente, na inteligência e sua
tipologia, haja vista ser ela a temática central deste trabalho acadêmicocientífico. O procedimento metodológico utilizado foi o levantamento
bibliográfico, que pesquisou as obras de Bock, Furtado e Teixeira (2002);
Dalgalarrondo (2008); Gardner (1994); Golleman (1995); Nunes e Silveira
(2011); Piaget (1987); dentre outros. No desenvolvimento teórico do texto
foram discutidos os seguintes tópicos: a inteligência como objeto de pesquisa
da Psicologia; genialidade, altas habilidade, superdotação e talento; a Teoria
das Inteligências Múltiplas; e a Teoria da Inteligência Emocional. Finalmente,
foi possível considerar que com a evolução histórica do conceito de
inteligência, e de suas concepções e tipologia, é possível, na atualidade,
percebê-la como a capacidade humana de solucionar problemas de diversas
ordens: afetiva, volitiva e cognitiva.




