ESPOROTRICOSE FELINA NO BRASIL: UM OLHAR SOBRE A SUA DISTRIBUIÇÃO E VIGILÂNCIA NA SAÚDE PÚBLICA

Autores

  • Dalilla Freire de Siqueira
  • Thulio Thales Siqueira
  • Rosana Damasceno Pires Domiciano
  • João Eduardo Nicaretta

Palavras-chave:

fungo, felinos domésticos, lesões cutâneas, Sporothrix; zoonose

Resumo

A esporotricose felina é uma zoonose emergente no Brasil, provocada predominantemente pelo fungo Sporothrix brasiliensis. Embora afete principalmente felinos, a transmissão para humanos é uma preocupação crescente, especialmente nas regiões Sudeste e Sul do país. A doença se manifesta com lesões cutâneas ulceradas e apresenta um aumento significativo nos casos, levantando questões sobre a saúde pública. Este estudo analisa as estratégias de vigilância epidemiológica, a distribuição geográfica dos registros da patologia e a necessidade de ações preventivas, como educação em saúde e controle populacional de felinos. Além disso, examina a eficácia das medidas de monitoramento e os desafios na identificação da afecção. Embora subnotificada, a esporotricose representa um risco considerável, demandando esforços coordenados para seu controle. Nesse contexto, este estudo investiga a ocorrência da enfermidade em felinos domésticos e seres humanos, abordando sinais clínicos, métodos diagnósticos e estratégias de prevenção, além de destacar sua relevância para a saúde coletiva.

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Publicado

01-08-2026

Como Citar

Freire de Siqueira, D., Thales Siqueira, T., Damasceno Pires Domiciano, R., & Eduardo Nicaretta, J. (2026). ESPOROTRICOSE FELINA NO BRASIL: UM OLHAR SOBRE A SUA DISTRIBUIÇÃO E VIGILÂNCIA NA SAÚDE PÚBLICA. Revista Científica Da UniMais, 24(1), 123–139. Recuperado de https://revistas.facmais.edu.br/index.php/revistacientificafacmais/article/view/567