EXPERIÊNCIAS NO PROJETO ‘ALIMENTAÇÃO E INFÂNCIA: PLANTANDO SAÚDE E COLHENDO BEM-ESTAR’: RELATO DE EXPERIÊNCIA

Autores

  • Cristiane Inês de Queiroz
  • Deborah Borges Palis
  • Laura Zago Lourenço
  • Otávio Carvalho Bartocci
  • Pámella Arrais Vilela

Resumo

O presente artigo mostra experiências de um projeto de extensão universitária que visa promover a alimentação saudável na infância, por meio de ações educativas realizadas em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Diante do aumento do consumo de alimentos ultraprocessados e da diminuição da oferta de alimentos in natura entre crianças, o projeto propõe estratégias de educação em saúde baseadas em atividades lúdicas, rodas de conversa e implantação de uma horta comunitária. A metodologia adota uma abordagem participativa, utilizando o Arco de Maguerez para diagnóstico da realidade local, sendo as atividades realizadas nas escolas Risoleta Neves e Álvaro Brandão nos dias 15 e 19 de maio de 2025, e na Unidade Básica de Saúde Nova Ituiutaba no dia 12 de junho de 2025. O público-alvo são crianças de 4 a 12 anos e seus cuidadores. Os resultados esperados incluíram o aumento do conhecimento nutricional das famílias, maior consumo de alimentos saudáveis e fortalecimento dos vínculos entre universidade, comunidade e sistema de saúde. O projeto ainda contribui para a formação de estudantes mais sensíveis às demandas sociais. Conclui-se que intervenções educativas associadas a práticas sustentáveis, como hortas urbanas, podem impactar positivamente os hábitos alimentares infantis

Biografia do Autor

Cristiane Inês de Queiroz

O presente artigo mostra experiências de um projeto de extensão universitária que visa promover a alimentação saudável na infância, por meio de ações educativas realizadas em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Diante do aumento do consumo de alimentos ultraprocessados e da diminuição da oferta de alimentos in natura entre crianças, o projeto propõe estratégias de educação em saúde baseadas em atividades lúdicas, rodas de conversa e implantação de uma horta comunitária. A metodologia adota uma abordagem participativa, utilizando o Arco de Maguerez para diagnóstico da realidade local, sendo as atividades realizadas nas escolas Risoleta Neves e Álvaro Brandão nos dias 15 e 19 de maio de 2025, e na Unidade Básica de Saúde Nova Ituiutaba no dia 12 de junho de 2025. O público-alvo são crianças de 4 a 12 anos e seus cuidadores. Os resultados esperados incluíram o aumento do conhecimento nutricional das famílias, maior consumo de alimentos saudáveis e fortalecimento dos vínculos entre universidade, comunidade e sistema de saúde. O projeto ainda contribui para a formação de estudantes mais sensíveis às demandas sociais. Conclui-se que intervenções educativas associadas a práticas sustentáveis, como hortas urbanas, podem impactar positivamente os hábitos alimentares infantis.

Deborah Borges Palis

O presente artigo mostra experiências de um projeto de extensão universitária que visa promover a alimentação saudável na infância, por meio de ações educativas realizadas em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Diante do aumento do consumo de alimentos ultraprocessados e da diminuição da oferta de alimentos in natura entre crianças, o projeto propõe estratégias de educação em saúde baseadas em atividades lúdicas, rodas de conversa e implantação de uma horta comunitária. A metodologia adota uma abordagem participativa, utilizando o Arco de Maguerez para diagnóstico da realidade local, sendo as atividades realizadas nas escolas Risoleta Neves e Álvaro Brandão nos dias 15 e 19 de maio de 2025, e na Unidade Básica de Saúde Nova Ituiutaba no dia 12 de junho de 2025. O público-alvo são crianças de 4 a 12 anos e seus cuidadores. Os resultados esperados incluíram o aumento do conhecimento nutricional das famílias, maior consumo de alimentos saudáveis e fortalecimento dos vínculos entre universidade, comunidade e sistema de saúde. O projeto ainda contribui para a formação de estudantes mais sensíveis às demandas sociais. Conclui-se que intervenções educativas associadas a práticas sustentáveis, como hortas urbanas, podem impactar positivamente os hábitos alimentares infantis.

Laura Zago Lourenço

O presente artigo mostra experiências de um projeto de extensão universitária que visa promover a alimentação saudável na infância, por meio de ações educativas realizadas em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Diante do aumento do consumo de alimentos ultraprocessados e da diminuição da oferta de alimentos in natura entre crianças, o projeto propõe estratégias de educação em saúde baseadas em atividades lúdicas, rodas de conversa e implantação de uma horta comunitária. A metodologia adota uma abordagem participativa, utilizando o Arco de Maguerez para diagnóstico da realidade local, sendo as atividades realizadas nas escolas Risoleta Neves e Álvaro Brandão nos dias 15 e 19 de maio de 2025, e na Unidade Básica de Saúde Nova Ituiutaba no dia 12 de junho de 2025. O público-alvo são crianças de 4 a 12 anos e seus cuidadores. Os resultados esperados incluíram o aumento do conhecimento nutricional das famílias, maior consumo de alimentos saudáveis e fortalecimento dos vínculos entre universidade, comunidade e sistema de saúde. O projeto ainda contribui para a formação de estudantes mais sensíveis às demandas sociais. Conclui-se que intervenções educativas associadas a práticas sustentáveis, como hortas urbanas, podem impactar positivamente os hábitos alimentares infantis.

Otávio Carvalho Bartocci

O presente artigo mostra experiências de um projeto de extensão universitária que visa promover a alimentação saudável na infância, por meio de ações educativas realizadas em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Diante do aumento do consumo de alimentos ultraprocessados e da diminuição da oferta de alimentos in natura entre crianças, o projeto propõe estratégias de educação em saúde baseadas em atividades lúdicas, rodas de conversa e implantação de uma horta comunitária. A metodologia adota uma abordagem participativa, utilizando o Arco de Maguerez para diagnóstico da realidade local, sendo as atividades realizadas nas escolas Risoleta Neves e Álvaro Brandão nos dias 15 e 19 de maio de 2025, e na Unidade Básica de Saúde Nova Ituiutaba no dia 12 de junho de 2025. O público-alvo são crianças de 4 a 12 anos e seus cuidadores. Os resultados esperados incluíram o aumento do conhecimento nutricional das famílias, maior consumo de alimentos saudáveis e fortalecimento dos vínculos entre universidade, comunidade e sistema de saúde. O projeto ainda contribui para a formação de estudantes mais sensíveis às demandas sociais. Conclui-se que intervenções educativas associadas a práticas sustentáveis, como hortas urbanas, podem impactar positivamente os hábitos alimentares infantis.

 

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Publicado

2026-03-01

Como Citar

Inês de Queiroz, C., Borges Palis , D., Zago Lourenço , L., Carvalho Bartocci , O., & Arrais Vilela, P. (2026). EXPERIÊNCIAS NO PROJETO ‘ALIMENTAÇÃO E INFÂNCIA: PLANTANDO SAÚDE E COLHENDO BEM-ESTAR’: RELATO DE EXPERIÊNCIA. Revista Científica Mais Pontal, 4(1), 61–72. Recuperado de https://revistas.facmais.edu.br/index.php/maispontal/article/view/305